1º) Profissionalização e dignificação da actividade de Promoção Imobiliária, em Portugal.
2º) Definição clara do estatuto e papel do Promotor por forma a consolidar uma imagem moderna, apta a responder aos novos desafios empresariais.
3º) Modificação da legislação actual, visando a adaptação a condições de mercado mais exigentes. Nomeadamente, em matéria de:
- estrutura societária
- crédito à promoção
- crédito à construção
- crédito à habitação
- locação financeira
- incentivos fiscais
- arrendamento
4º) Intensificação de relações de trabalho com:
- instituições congéneres internacionais
- outras associações e entidades portuguesas ligadas ao Sector Imobiliário
5º) Representação dos Promotores Imobiliários junto dos diversos interlocutores da sociedade civil. Fundamentalmente:
- orgãos de soberania, sobretudo o Governo e a Assembleia da República
- autoridades locais, sobretudo as Câmaras Municipais
- entidades bancárias e financeiras
- empresas seguradoras
- gabinetes técnicos
- orgãos de informação, sobretudo os especialmente vocacionados para a divulgação económica.
6º) Defesa activa dos interesses sócio-profissionais dos Promotores Imobiliários, em áreas como:
- os instrumentos de planeamento territorial (sobretudo, os Planos Directores Municipais)
- os processos de loteamento de terrenos
- os processos de licenciamento de obras
- os apoios fiananceiros ao investimento
7º) Luta empenhada e intrasigente pelo reconhecimento da essencialidade da Promoção Imobiliária, e do Promotor, na economia do País.